Ao longo dos sete capítulos dessa obra a autora fornece elementos e manifesta
preocupação com a necessidade de constituição de uma teoria crítica educacional, tendo como
desafio a construção de uma pedagogia da emancipação, da diversidade, enfim, uma
pedagogia pós-abissal. Nesse percurso tem como inspiração central a teorização de
Boaventura de Sousa Santos e “sua crítica à modernidade ocidental e ao tipo de ciência
produzido por ela (e nela)” (p. 43). Além disso, ela lança mão de outros teóricos que a
acompanham nessa construção e que dialogam não apenas com a teoria mas, também, com a experiência concreta da trajetória histórica do Movimento Negro do Brasil.

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